O remake estreia hoje (15/3) nos cinemas

O filme conta a história de Lara Croft (Alicia Vikander),  a independente filha de um aventureiro excêntrico que desapareceu anos antes. Com a esperança de resolver o mistério do desaparecimento de seu pai, Lara embarca em uma perigosa jornada para seu último destino conhecido – um túmulo lendário em uma ilha mítica que pode estar em algum lugar ao largo da costa do Japão. As apostas não podiam ser maiores, pois Lara deve confiar em sua mente aguda, fé cega e espírito teimoso para se aventurar no desconhecido.

Já vimos o filme do jogo com a Angelina Jolie no papel principal, mas Alicia Vikander conseguiu interpretar uma Lara menos sexy, porém mais super poderosa.  É visível durante a trama o grande esforço que a atriz fez para este papel, principalmente em suas cenas de luta, que é um dos destaques da trama, mas Vikander é a única salvação deste filme.

O roteiro é previsível e quase não surpreende o espectador, e o elenco de apoio não mostra a que veio.  Dominic West, que interpreta o pai de Lara, não acrescenta muito a trama, mas tem uma boa química de pai e filha quando contracena com Alicia. Mas o maior destaque negativo vai para Walton Goggins, que interpreta o vilão Mathias Vogel, que embora tenha uma motivação convincente para os seus atos, não convence e nem amedronta ninguém em nenhum momento.  Daniel Wu, que interpreta Lu Ren, fez um bom trabalho, mas não teve muito tempo de tela.

Os efeitos especiais não são de todo ruim, mas deveriam ter caprichado um pouco mais em alguns cenas de ação, onde o CGI é fácil de ser percebido. A trilha sonora é boa, principalmente nas cenas que antecedem a busca de Lara por seu pai, mas é deixada de lado no terceiro ato da história. O filme termina com um gancho para uma possível sequência, mas que se continuar no ritmo do primeiro, não será necessário.

 

 

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