A franquia ‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar’ chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (25).

O filme está sendo lançado em uma péssima época devido aos problemas pessoais do ator Johnny Depp que interpreta o icônico Capitão Jack Sparrow, que acabou ganhando uma má reputação não só entre os admiradores da franquia, mas sim com os críticos que torceram um pouco o nariz em relação ao lançamento do novo filme, mas a atuação de Sr. Depp está como sempre a mesma: ótima.

Desta vez, Jack precisa enfrentar uma nova ameaça, o navio de piratas fantasmas comandado pelo Capitão Salazar, e para isso se reúne com Henry Turner (Brenton Thwaites) e uma jovem astrônoma chamada Carina (Kaya Scodelario), personagens que poderiam ter sido mais explorados. Juntos vão atrás do tridente de Poseidon, artefato que comanda os sete mares. Henry está em busca do tridente para livrar o pai de sua maldição. Nisso temos Carina, acusada de ser feiticeira que herda de seu pai um diário que, segundo ela, é a chave para achar o Tridente. Orlando Bloom e Keira Knightley aparecem brevemente no filme para completar a história. Até Paul McCartney faz uma aparição no filme.

O falecido capitão espanhol Salazar (Javier Bardem), famoso por caçar piratas, volta dos mortos, com muita de raiva para se vingar como prometido de quem o matou, Jack Sparrow. Vale ressaltar que Javier Bardem deu um show de atuação e que a caracterização do personagem é ótima. O filme em si não trás muito do que não vimos nos anteriores, que sempre seguem essa mesma fórmula de um mcguffin no enredo motivando o protagonista a ter um objetivo durante o filme que é o que movimenta a trama. A forma como o roteiro desenvolve essa história é alternando entre aventura, ação e bastante comédia, certas partes são naturalmente engraçadas enquanto outras parecem um pouco forçadas demais. Contanto, comparado ao 4º filme, a sequencia ‘A Vingança de Salazar’ consegue ser mais interessante.

No final das contas, Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar é um filme divertido, que tenta muito ser épico, mas, se rende a memória afetiva e ao humor fácil.

Crítica por Djuly Pendek

 

 

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