Crítica – Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas

O último filme da trilogia já está em cartaz nos cinemas

Neste filme, o foco é no Drácula (Adam Sandler), que estando Solitário, infeliz e buscando um novo amor na internet, Dracula é surpreendido com um presente da querida filha: férias em um cruzeiro. Lá, ele se encanta pela comandante, que, por sua vez, esconde um segredo nada amigável.
Se nos dois primeiros filmes o foco principal era na relação da vampira Mavis (Selena Gomez), com o humano Jonathan(Andy Samberg), desta vez o foco é total no vampiro mais temido do mundo em busca do amor. O avô de Dennis (Asher Blinkoff) sente a necessidade de encontrar outro “tcham” para si, e até usa uma espécie de Tinder para monstros para encontrar sua cara metade, porém, quando entra de férias com a sua família é que ele finalmente se apaixonada pela humana Erika Van Helsing (Kathryn Hahn).
A animação foca no relacionamento amoroso dos dois, e no segredo de Erika, mas apesar disso tem umas cenas engraçados com os coadjuvantes se divertindo no navio e aproveitando suas férias. Apesar de ser divertido, o filme não tem nada de novo ou surpreendente. É uma ótima opção para as crianças, que com certeza devem gostar de rever os personagens tão queridos, mas tem pouco apelo para o público adulto, já que nenhum personagem é bem desenvolvido e a história é um pouco rasa.
Ainda assim, vale a pena conferir a animação, principalmente pelos últimos 15 minutos do filme. As cenas contém músicas que interferem diretamente na ação de um personagem importante, e com certeza é o ato mais engraçado de todo o longa, arrancou gargalhadas do público. “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas” já está em cartaz em todos os cinemas brasileiros, não percam!

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