“Onde existe gentileza, existe bondade. E onde existe bondade, existe magia”.

Cinderela (Cinderella), o clássico de 1950 que foi inspirado em A Gata Borralheira de Charles PerraultWalt Disney fez sua versão de Cinderella mais dramática e triste, modificando algumas coisas. Cinderella é uma moça linda que sofre nas mãos de sua madrasta má e suas filhas igualmente más, tudo pelo simples fato da menina ser bondosa e bonita demais. Na versão original a qual Cinderella de 1950 fora baseada, má mesmo é a madrasta da menina, suas duas filhas gostam de Cinderella, elas só são patricinhas demais, a prova de que elas não tem um coração de pedra é o pedido de perdão no final de tudo.

Diferente do filme Malévola, Disney resolveu apostar em manter o clássico, sem nenhuma grande mudança e sem mudar o contexto da história, até dá mais sentido em algumas coisas. É simplesmente uma adaptação em live-action e isso foi o ponto alto para mim. No começo vemos Ella em sua infância, sendo bondosa desde pequena com os ensinamentos de sua mãe, com quem passava maior parte do tempo já que seu pai era mercador e ficava muito tempo fora viajando entre reinos. Eloise Webb faz o papel da Ella em sua infância, e depois do falecimento de sua mãe, temos uma passagem de tempo no filme.

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A história segue a vida da jovem Ella (Lily James) cujo pai mercador se casa novamente depois de ficar viúvo. Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta (Cate Blanchett) e suas filhas Anastácia (Holliday Grainger) e Drizela (Sophie McShera) na casa da família. Mas quando o pai de Ella morre inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa. Relegada à posição de criada da família, a jovem sempre coberta de cinzas, que passou a ser chamada de Cinderela, bem que poderia ter começado a perder a esperança. Mas, apesar da crueldade a que é submetida, Ella está determinada a honrar as palavras de sua falecida mãe “ter coragem e ser gentil”.

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Ela não cederá ao desespero nem aos que a maltratam. E aí entra o belo estranho que ela conhece na floresta. Sem saber que, na verdade, trata-se de um príncipe, não um mero aprendiz do Palácio, Ella finalmente sente que encontrou uma boa alma. Parece que sua sorte está prestes a mudar quando o Palácio envia um convite aberto a todas as donzelas do reino para irem a um baile, aumentando as esperanças de Ella de encontrar novamente o encantador Kit (Richard Madden). Infelizmente, sua madrasta a proíbe de ir ao baile e, impiedosamente, rasga seu vestido. Mas, como em todo bom conto de fadas, surge ajuda, e uma gentil mendiga (Helena Bonham-Carter) aparece – e armada com uma abóbora e alguns ratinhos – muda a vida de Cinderela para sempre.

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Helena Bonham Carter foi uma escolha certa para a fada madrinha, e também foi uma ótima narradora para a história. Ela é responsável pelas cenas mais engraçadas do filme, e foi uma grande diferença por sempre fazer uma personagem má nos filmes. Outra atuação impecável foi de Cate Blanchett, a madrasta malvada, é de admirar suas caras e bocas e seus trajes. Ela conseguiu ser uma madrasta super estilosa e sedutora. A atuação de Lily James me surpreendeu, ela conseguiu ser uma boa Cinderela e cumprir o seu papel.  

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Uma das cenas que mais impressiona, é a cena do baile no castelo. Primeiro, pela linda dança entre a Cinderela e o príncipe, coreografada pelo ganhador do Tony e do Emmy, Rob Ashford. Os ricos detalhes no castelo também são notados, assim como os maravilhosos figurinos. Tudo muito caprichoso e com o jeito “Disney” de se ver. A trilha sonora é de impressionar, Lily James cantando “A Dream Is A Wish Your Heart Makes” é magico. Helena Bonham Carter cantando “Bibbidi Bobbidi Boo” também foi fantástico, a atriz conseguiu deixar a música do seu jeitinho.

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Cinderela é um filme que nos leva de volta no tempo e também para lembrar que existe bondade nas pessoas.

NOTA: 8,5

Vamos falar também do curta que está no começo do filme de Cinderela: Frozen – Febre Congelante. O curta já começa com Elsa nos preparativos para o aniversário de Anna. A rainha, com Olaf e Kristoff pretendem surpreender Anna, mas as coisas começam a não sair como planejado. A música “Making Today a Perfect Day” realmente gruda na cabeça, assim como “Let It Go”, juro que fiquei cantarolando o dia inteiro! No curta podemos realmente ver o grande amor que existe entre as duas irmãs. É muito fofo gente <3  No final vemos o príncipe Hans, e é a parte bem engraçadinha do curta. Fica bem na cara que o curta foi feito para dar uma segurada na ansiedade para o próximo filme e também para aumentar as vendas dos produtos das princesas, mas continua sendo fofo do mesmo jeito.Vem “Frozen 2”!

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